Eventos

Mestrado Comunicação, Arte e Cultura

Uma formação multidisciplinar na Comunicação, na Arte e na Cultura

A Library Music em Criações Audiovisuais

Actualmente, o que é internacionalmente conhecido por library music é ouvido em inúmeros filmes, desde telejornais e documentários a vídeos de youtube e pornografia. Os sites que comercializam esta música categorizam-na segundo géneros, instrumentação, emoção e ambiente, e a sua produção está estreitamente relacionada com a procura e tendências das indústrias audiovisuais. Uma exploração dos sites mais utilizados revela o modo como a library music reflecte (e reforça) convenções musicais do cinema e televisão, algo que contribui para a sua depreciação e reputação de música estereotipada e “enlatada”.

A Lã e a Neve

No dia 28 de novembro de 2013, estivemos à conversa com a coreógrafa Madalena Victorino, na Caixa Negra da Fábrica Asa, em Guimarães, em mais uma sessão do Ciclo de Percursos Profissionais na Área da Cultura, organizada pelo Mestrado de Comunicação, Arte e Cultura.  Nessa ocasião, tivemos a oportunidade de assistir aos ensaios do espetáculo de dança contemporânea “A lã e a neve”.

Mulleres da Raia

A 9 de abril de 2013, ocorreu mais uma sessão do Ciclo Percursos Profissionais na Área da Cultura, organizada pelo MCAC, desta feita com a realizadora Marta Gonçalves. Marta Gonçalves mostrou-nos o seu muito premiado documentário “Mulleres da Raia”, um documentário sobre as mulheres que trabalharam, no Minho e na Galiza, no contrabando, e falou connosco numa conversa animada sobre o seu trabalho e percurso profissional.

Labirinto de Amor e Morte

A 8 de maio de 2013, assistimos ao monólogo Labirinto de Amor e Morte, representado por Marta Carvalho. Marta Carvalho, actriz de teatro associada ao projecto Fafe, Cidade das Artes, era então estudante do curso de mestrado em Comunicação, Arte e Cultura. A nossa estudante teve a gentileza de o representar no Simpósio Olhares sobre o Teatro, na Universidade do Minho.

Oficinas- Imagem Visual

A  1 de março de 2012, o Mestrado de Comunicação, Arte e Cultura organizou uma oficina de Adobe Photoshop com o designer Daniel Vieira.

A promoção da Cultura no Minho Interior

A 8 de novembro de 2012, ocorreu mais uma sessão do Ciclo dedicado aos Percursos Profissionais na área da Cultura organizado pelo MCAC. Sob o tema “A promoção da cultura no Minho interior”, estivemos à conversa com Angelina Esteves, chefe da Divisão de Cultura e de Comunicação da Câmara de Melgaço, Catarina Afonso, realizadora e Nuno Soares, produtor, ambos da Smartbox.

Espaços de Memória de uma Comunidade

A 15 de novembro de 2011, ocorreu mais uma sessão do Ciclo dedicado aos Percursos Profissionais na área da Cultura organizado pelo MCAC. Sob o tema «Espaços de Memória de uma Comunidade» , tivemos o prazer de ouvir Aida Mata, ex-diretora do Mosteiro de Tibães, Braga.

A Política e a Democracia Cultural

A 6 dezembro de 2011, ocorreu mais uma sessão do Ciclo dedicado aos Percursos Profissionais na área da Cultura organizado pelo MCAC. Sob o tema “A Política e a Democracia Cultural”, escutámos José Bastos, diretor do Centro Cultural Vila Flor e Carlos Martins, diretor executivo da Capital Europeia da Cultura, Guimarães 2012.

Gil Vicente artista plástico

Exposição O sentido simbólico da morte na série Inimigos do artista plástico Gil Vicente, organizada pelo Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura. No dia 6 de maio de 2015, na Sala de Atos do Instituto de Ciências Sociais, Ana Cármen Palhares enquadrou, com a sua apresentação, a exposição do artista plástico Gil Vicente.

Modos de fazer Cinema

“Arena” narra a história de Mauro, um sujeito que vive em prisão domiciliária, “as tatuagens ajudam-no a queimar o tempo”; “Cerro Negro” centra-se na vida de Alison, preso em Santarém “a setenta quilómetros de casa”, longe da mulher, Anajara e do filho, Iuri; “Rafa” aborda temática semelhante através do olhar de um filho que “descobre que a mãe está detida pela Polícia” e vai para a outra margem, uma esquadra no centro de Lisboa esperar pela sua libertação. Após a exibição dos filmes, foi tempo de conversa com o realizador, mediada por Helena Pires, Diretora do Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura, da Universidade do Minho. Para discutir o cinema português e, em particular, os filmes de Salaviza, estiveram presentes Wenceslao Oliveira, a realizar uma investigação de pós-doutoramento sobre o obra do realizador, e Martin Dale, realizador, docente de audiovisual e multimédia do Departamento de Ciências da Comunicação e jornalista da revista Variety. Confrontado com várias perguntas dos intervenientes e do muito público presente, João Salaviza abordou questões como a componente plástica no processo de trabalho, os significados “lidos” pela audiência e os seus objectivos quando filma. Afirmou que quando está a filmar “não pensa em mais nada, para além do lado prático e pragmático de fazer um filme”. Além disso, referiu que seus filmes estão repletos de recortes da realidade e que as histórias que mostra, através do seu próprio olhar, ilustram muitas outras histórias do mundo, apesar de João não se rever naquilo que que alguns chamam de “cinema social”, como fez questão de ressalvar. A utilização recorrente de pessoas comuns em vez de atores foi também alvo da curiosidade dos presentes na sala relativamente aos processos de casting. O participado debate atingiu um ponto alto quando os intervenientes abordaram o possível desconforto de um artista quando vê a sua obra dissecada por analistas e académicos. A relação entre o fazer e o analisar foi, pois, re-problematizada, concluindo o realizador que a “fruição estética” da obra caberá a cada um, ao público, independentemente das muitas análises que a partir dos seus filmes possam ser feitas.