Eduardo Miranda

Fazer Erasmus era ideia recente. Quando entrei na Universidade do Minho, comecei imediatamente a procurar saber como funcionava a candidatura, para que universidades podia ir, que custos estavam envolvidos. E no primeiro semestre do 2.º ano do curso, parti em direcção a Trier, na Alemanha.

Ir para a Alemanha foi praticamente o único critério que impus a mim mesmo — queria ter contacto diário com a sociedade alemã e ter o alemão como base do quotidiano, língua que vinha aprendendo desde há cinco anos e que, em Portugal, pouco conseguia praticar.

Na universidade, todas as disciplinas eram leccionadas em alemão, o que me assustou um pouco ao início. Mas a compreensão dos professores e o esforço, repartido, para que o entendimento fosse o melhor possível ajudaram bastante.

De Trier nunca tinha ouvido falar, mas em pouco tempo fiquei a conhecê-la como a palma das mãos. A saber os horários dos autocarros, onde se bebia o melhor café, onde se comia a melhor pizza. Pouco depois do meu Erasmus ter terminado, escrevi esta crónica no ComUM.

Foi uma belíssima experiência que todo o estudante universitário devia ter!

Eduardo Miranda

[outgoing 2015/2016]
Universität Trier
ALEMANHA

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